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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Dois Documentários Para Assistir Hoje

03:14:00
Sabe quando você assiste ou lê algo que quando termina fica horas pensando sobre? Então, esses documentários BRASILEIROS fizeram isso comigo e, na missão de amiga, irei dividir com vocês e espero, de verdade, que eles mexam com alguém de alguma forma positiva.

O primeiro eu se chama "Eu Maior", assisti há algum tempo e confesso que estava louca para falar dele. Quantas vezes você já não se fez perguntas que pareciam não ter respostas, ou que eram respondidas com outras perguntas, coisas que a maioria das pessoas buscam entender? Esse vídeo tem como base o autoconhecimento e a busca da felicidade. Um convite para aumentar sua vontade de pesquisar, entender e respeitar sua vontade interior, virar detetive de você e do mundo. Neste, foram entrevistadas trinta personalidades, desde líderes espirituais a esportistas, o que deixa em aberto diversas visões e auxilia através de reflexões a criar sua própria ou a pelo menos enxergar melhor.
Quando vi esse documentário fiquei com uma frase na cabeça que não me lembro quem exatamente disse, mas era assim "tudo um dia será nada e esse nada será tudo que um dia procuramos encontrar", pode parecer um pouco de viagem, mas para mim faz muito sentido, além de me lembrar esse texto que fiz, e que somos só uma faísca no universo... E como Ted disse em How I Meet Your Mother "o caminho que importa, não o destino".


 


Já esse segundo vídeo assisti ontem e logo nos três primeiros minutos já me encantei, chama-se "Observar e Absorver" onde Eduardo Marinho, filho de militar, com a vida estabilizada, mas infeliz por viver daquela forma imposta pela sociedade, decide largar tudo e viver por ele, pelas suas próprias vontades, e o mesmo não se mostra nem um pouco arrependido. Extremamente inteligente e visionário ele se comunica de forma simples e ao mesmo tempo incrível, ele consegue transparecer facilmente muitos pensamentos que eu tenho e o que mais me admira é que ele pratica o que diz, ele vive, ele faz, ele enxerga. A ideia de que nós temos que mudar o mundo mas não pra nós é exatamente igual a minha, eu não aguento essas pessoas "ah, infelizmente é assim, eu penso diferente mas não posso fazer nada pra mudar", caramba, pode sim! Certamente não para você, mas só de não compactuar com aquilo e não abaixar a cabeça vai ser algo pra alguém algum dia, sabe?! Além de se mudar internamente, estar aberto a ouvir, receber a crítica ou o que seja e refletir, evoluir. A visão de religião também é muito parecida com a minha, enfim, me identifiquei e me emocionei com o cara, então, assistam!




Bom, eu sou uma pessoa que gosta de histórias, gosta de ouvir pessoas inteligentes (não apenas academicamente, inteligentes na vida também), apesar de não conseguir me relacionar bem, sou mais eu e tela (gostaria de ter esse contato social, acho que seria muito mais interessante pra minha vivência mas ainda não consigo), gosto de saber de coisas mesmo que eu não conheça muito e acho que todos nós temos algo pra ensinar e para aprender, então, para mim, esses documentários são ouro. Espero de verdade que alguém veja e se identifique, ou fique com alguma pulga atrás da orelha, ou abra os olhos e tenha uma visão maior do que a cerca. Enfim, espero que gostem...

Beijos, Iaia.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Resenha: O Oceano no Fim do Caminho

03:29:00
O Oceano no Fim do Caminho é um livro do Neil Gaiman, já falamos desse autor aqui no Blog, nesse post, e confesso que por mais que eu tenha gostado da oratória e das obras adaptadas para o cinema, nunca havia lido nenhum livro do autor, mas já adianto, não me decepcionou nem um pouco! 

O Oceano no Fim do Caminho, publicado pela Editora Intrínseca em 2013, contendo 208 páginas é um livro de aventura, ação, fantasia e te transporta para a leveza da imaginação infantil.

O narrador e protagonista já adulto -sem nome revelado, o que me fez trata-lo como Neil todo tempo, já que é uma obra que contém casos reais e faz parecer que realmente foi a infância dele- volta ao lugar onde passou boa parte da infância para um funeral, daí decide visitar a casa onde morou, e mais a frente, a casa de uma velha amiga (a única) que ficava no fim do caminho, era a casa de Lettie Hempstock, que morava ali com sua mãe e avó. Chegando lá encontra apenas uma das mulheres e vai até ao lago que sua amiga costumava chamar de Oceano, meio confuso por estar ali, começa a lembrar de coisas do passado que estavam esquecidas bem no fundo. 

"- Nada nunca é igual. - Respondeu ela.- Seja um segundo mais tarde ou cem anos depois. Tudo está sempre se agitando ou se revolvendo. E as pessoas mudam tanto quanto os oceanos." 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Resenha: Por Lugares Incríveis

12:09:00

O livro Por Lugares Incríveis é um Young Adult, da editora Seguinte,escrito por Jennifer Niven, com 336 páginas. 

Me indicaram o livro e apesar de ter amado a capa, o título não me encantou de cara, imaginei que fosse um casal viajando por lugares bonitos e só, porém, com o caminhar da história as personagens deixaram esses lugares realmente incríveis e acompanha-los por aí se tornou maravilhosamente viciante.

Logo na sinopse a autora revela dois jovens, Theodore Finch e Violet Markey, prestes a se suicidar na torre da escola, Finch conhecido como aberração no colégio,depressivo e com problemas familiares; Violet, após um acidente de carro onde sua irmã morre, passa a se sentir culpada e se afasta de todos, se encontram ali e um ajuda o outro a não cometer tal ato. Mais a frente, Finch convida Violet pra um trabalho de geografia onde precisam visitar locais de 
Indiana e acaba percebendo nela alguém que ele pode ser ele mesmo e Violet deixa de contar os dias e passa a viver

A narrativa se alterna entre os dois e é feita em primeira pessoa. Isso traz ao livro grande flexibilidade e uma dinâmica muito boa de se levar. Apesar de abordar temas pesados como depressão, bipolaridade e tendencias suicidas, o livro não é mórbido e consegue ser alegre e cativante, isso se deve muito ao Finch.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Resenha: Hellraiser (The Hellbound Heart)

Olá pessoal, João de volta aqui. Gostaria primeiramente de agradecer à nossa querida Iarima pelo post de apresentação :) e a todas que me deram boas vindas e desejaram sucesso. Sem mais delongas, vamos ao assunto de hoje.

Primeira capa do livro.
Lançado originalmente no Reino Unido em Novembro de 1986, The Hellbound Heart é um livro de terror, escrito por Clive Barker. Obteve uma visibilidade maior no ano seguinte, quando ganhou uma adaptação cinematográfica com o nome de Hellraiser, que teve sete continuações e um remake, se tornando um cult. Em 2015, o livro ganhou uma publicação própria no Brasil, traduzida por Alexandre Callari e publicada pela editora DarkSide® Books. Essa foi a edição que ganhei de presente da minha amada, e farei agora uma resenha sobre.

O livro começa com a história de Frank Cotton, hedonista excêntrico, que após passar a maior parte da sua vida a procura de experiências sexuais cada vez mais extremas, cai em depressão ao acreditar já ter realizado todos os desejos e fetiches possíveis. Sem conseguir aproveitar mais os prazeres da vida, ele então põe as mãos na caixa de Lemarchand, um misterioso objeto que promete prazeres jamais experimentados pelos seres humanos. 

sábado, 7 de novembro de 2015

Livro: Roube Como um Artista

23:19:00
Depois de alguns meses desejando esse livrinho, me surgiu como presente, meu namorado lindoso me deu,   e em dois dias (poderia ser menos) eu devorei essa maravilha!


                   

O autor, Austin Kleon, divide conosco 10 dicas sobre criatividade, que ele reuniu durante os anos de trabalho com pessoas mais talentosas que ele, e estudo sobre pessoas que ele admira (um de seus conselhos é sempre estar perto de gente assim). 
                        

Esses dias postei a foto acima no meu Instagram, acho que a frase acima é uma bela dica, além de ter a ver comigo, ele diz que devemos escrever sobre o que amamos, e não nos prender a escrever sobre algo que somos "especialistas", além deu ainda ter a esperança de escrever um livro um dia, ahhaha.

É um livro relativamente pequeno, porém muito rico e contem muitas informações e conselhos úteis. As pessoas que me cercam dizem que tenho um fundo artístico, e eu concordo, amo esse mundo, o livro me caiu como uma luva.

                  
           

Nessa parte "Lixo que entra é lixo que sai" é sobre essa frase que a mãe dele dizia, o que foi muito relevante para mim, pois minhã mãe sempre dizia algo com o fundo parecido, sobre termos que nos cercar sempre por pessoas melhores que nós, pois o que absorvermos delas, vai nos influenciar, e as melhores coletas serão colocadas para fora.

                                          

Bom, Roube como um Artista, para mim, é um excelente livro, com leitura leve e dinâmica e recomendo a todos que se interessam pelo tema. E muuuito obrigada a meu amadinho, João, por esse presentinho tão lindo e prazeroso. Beijos, até!